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Jornada nas estrelas - Kobayashi Maru

STAR TREK - KOBAYASHI MARU - JULIA ECKLAR - LIVRO - 1992

 Julia Ecklar
ISBN:
Páginas: 160
Idioma: Português
Editora: Aleph
Ano: 1992

 

Comentário Kerber

Que belo livro de filosofia! Sempre tive curiosidade em conhecer a história do Kobayashi Maru que era citada brevemente ao longo da série e dos filmes. O teste aparece no novo filme, mas de forma muito breve e superficial. O livro apresenta o embate moral pelo qual passou Kirk, que não acreditava em situações sem solução se deparou com um teste sem solução. O mais interessante é que outros oficiais como Chekov, Solo e Scoty também passaram pelo teste e as suas soluções foram ainda mais espantosas que a de Kirk.

Ahh, este livro faz parte da série "pulou no meu colo", não posso entrar em um sebo...



Um acidente na nave auxiliar da Enterprise deixa o capitão Kirk e seus oficiais à deriva no espaço, sem poder fazer nada a não ser esperar que Spock os resgate. Para fugir ao tédio e ao medo, cada um conta sua história de como passo no teste do Kobayashi Maru, realizado no simulador da Academia.

Nesse teste, idealizado para os que planejam ser comandantes, os Klingons sempre ganham.
Sempre... até aparecer um cadete teimoso e criativo: James T. Kirk.
Finalmente Scott, Sulo, Chekov e o Dr. Mccoy ficam sabendo como Kirk venceu no Kobaiashi Maru!


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The Lost Symbol

The Lost Symbol
Dan Brown
ISBN: 059305427X
Páginas: 528
Idioma: Inglês
Editora: Transworld Publishers
Ano: 2009

Comentário Kerber

Muito provavelmente este é o último livro com Robert Langdon que eu leio. Havia lido os dois anteriores e posso dizer que por mais que o autor se esforce, começa a ficar meio chato.

O livro é fruto de muita pesquisa, é bem embasado e quase o tempo todo interessante, contudo, chegou um momento no qual eu estava ansioso. Não o ansioso do tipo "nossa, o que será que vai acontecer? Não consigo para de ler!" para "caramba Dan, fala logo o que é, não enrola".

O que me deixa nervoso é que Robert Langdon é age e pensa no terceiro livro como agia e pensava no primeiro. Duvido que alguém que passasse pelo que ele passou em Anjos e Demônios e Código Davinci ainda seria tão cabeça fechada e medroso.

O livro faz uma referência muito bem feita da maçonaria, é quase certeza que alguém de dentro acompanhou o escritor de perto. Para que a trama ficasse boa Dan Brown revelou detalhes de rituais e algumas palavras secretas. É uma pena isso ter sido necessário, mas realmente não daria para fazer o livro sem isso.

De qualquer forma, é um triller bom, o final me deixou arrepiado, além disso, traz assuntos muito interessantes como a ciência noética. Estou lendo o guia ilustrado não autorizado e ele está mais interessante do que o símbolo perdido. 

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Beber Jogar FA#er

Beber Jogar FA#er
Andrew Gottlieb
ISBN: 9788576654490
Páginas: 287
Idioma: Português
Editora: Planeta do Brasil

Em Beber, Jogar, F#Aer, Bob Sullivan, traído e abandonado por sua mulher, parte em uma jornada em busca da felicidade - e da liberdade. Desiludido, Sullivan nos convida a acompanhá-lo em farras homéricas e algumas confusões com que todo homem sempre sonhou: encher a cara na Irlanda, apostar até as calças em Las Vegas, e dar asas a seus desejos proibidos na Tailândia. A única regra é não ter regras.

Comentário Kerber

Quem me deu este livro me deu um grande presente. Vou confessar que caí direto na leitura e por algum tempo, até aquilo parecer difícil demais de acontecer, acreditei em se tratar de uma história verdadeira. Depois me contaram que o livro era relacionado de alguma forma ao “Comer amar rezar”, sendo uma espécie de resposta masculina ao livro claramente feminino.

A filosofia do livro é muito boa, Bob Sulivan viaja para três lugares durante um ano procurando a bebedeira perfeita na Irlanda, o jogo perfeito em Las Vegas e o sexo perfeito na Tailândia, no fundo, o que ele procura mesmo é a si próprio. A ideia é se livrar do estigma deixado pela sua traumática separação (a mulher o deixou para ficar com um cara chamado David), e de tudo que a sua vida anterior tão segura quanto intediante representava.

A narrativa é engraçada, apesar às inúmeras referências a personagens só conhecidos pelos estadunidenses (apesar da minha criação ocidental forrada de programas de TV enlatados devo ter reconhecido apenas 60% das referências) e você devora rapidinho. Apesar de ter adorado esse livro, estou sem interesse na versão feminina. Aliás, quero dar um tempo do ponto de vista feminino a respeito de qualquer coisa.

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The adults only joke book

The adults only joke book
Ben Ripley
ISBN: 1865154792
Páginas: 407
Idioma: Inglês
Editora: Hinkler Books

The Adults Only Joke Book is about blondes, religioin, politics, mother-in-laws and disabilities - no-one misses out... Every subject we're warned not to joke about. This ultimate collection of jokes, gags and one liners is rude, raucous and most of all hilarious. A must for pubs, loos, bedrooms, kitchen tables, building sites and offices...

Comentário Kerber

Legalzinho, mas depois de um tempo enjoa, seria melhor ler aos poucos.

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The Catcher in the Rye

The Catcher in the Rye
J.D. Salinger
ISBN: 0316769487
Páginas: 214
Idioma: Inglês
Editora: Little, Brown and Company

Novel by J.D. Salinger, published in 1951. The influential and widely acclaimed story details the two days in the life of 16-year-old Holden Caulfield after he has been expelled from prep school. Confused and disillusioned, he searches for truth and rails against the "phoniness" of the adult world. He ends up exhausted and emotionally ill, in a psychiatrist's office. After he recovers from his breakdown, Holden relates his experiences to the reader. -- The Merriam-Webster Encyclopedia of Literature

Comentário Kerber

Este foi o livro menos comum ou usual que eu já li. É necessária uma certa desenvoltura do leitor para acompanhar, principalmente no início, até pegar o jeito do livro. A história é boa, e fiquei arrependido por não ter anotado em separado ou grifado as inúmeras afirmações de peso que o autor coloca aqui e ali no meio da narrativa. Eu já tive 16 anos e entendo Holden. Não era exatamente como ele, mas não foi difícil ter empatia. Foi legal ter lido em inglês e recomendo que você também leia no idioma original.

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